Veja quais são os 9 fatores por trás da falta de ar | SOS Dr
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Quem nunca já passou por um episódio de falta de ar? De acordo com a American Thoracic Society (ATS), a dispneia (termo técnico para falta de ar) é descrita como uma experiência de desconforto ao respirar que combina diferentes sensações, varia em intensidade e decorre da interação de fatores relacionados ao funcionamento do corpo e das emoções, além de situações ambientais e sociais.





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Quais as possíveis causas da falta de ar?



São vários os fatores que podem desencadear crises de dispneia. Por isso, para que haja um diagnóstico preciso, é necessário levar em consideração o contexto clínico do paciente. Sintomas como pressão no peito, tosse, enjoo, palpitações cardíacas e confusão mental, costumam acompanhar a falta de ar. Algumas das possíveis causas são:




1) Bronquite aguda ou crônica



A bronquite caracteriza-se por uma inflamação do revestimento dos brônquios (tubos internos por onde o ar passa). Por conta da inflamação, as vias aéreas se estreitam e surgem sintomas como tosse, catarro, falta de ar e chiado no peito. A inflamação tende a piorar durante a noite e ao contato com fumaça, poeira e cheiros fortes, melhorando com uma inalação.




2) Asma



Muita parecida com a bronquite, a asma ocorre por conta de uma inflamação das vias aéreas ( estrutura que abrange a cavidade nasal, faringe, laringe, traqueia, brônquios, bronquíolos e os alvéolos). Por conta do processo inflamatório, durante a crise de asma, a passagem de ar fica reduzida, causando sintomas como tosse, falta de ar, chiado e aperto no peito. O principal motivo para ter dificuldade de respirar é a exposição a agentes irritantes.



3) Pneumonia



A pneumonia refere-se a uma infecção nos pulmões. Os sintomas são febre, calafrios, falta de ar, tosse com ou sem catarro. O diagnóstico é feito por meio de um raio-x ou tomografia de tórax. Em seguida, o médico irá avaliar a melhor forma de tratar a condição, mas em grande parte dos casos a pneumonia é tratada com antibióticos.




4) Covid-19



A covid-19 também provoca um quadro muito semelhante ao de uma pneumonia. Além da dificuldade de respirar, é importante observar se também há outros sintomas comuns do vírus, como febre, tosse seca, cansaço, dor de cabeça, dor de garganta, perda de paladar ou olfato.




5) DPOC



A DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) é um termo geral para duas condições principais: bronquite crônica (inflamação dos brônquios) e enfisema (danos irreversíveis nos alvéolos). O paciente costuma apresentar falta de ar frequente, cansaço e tosse. Há períodos em que há piora dos sintomas. A doença pode ser confundida com pneumonia, porém se manifesta de maneira mais leve. O tratamento é feito com broncodilatadores, objetivando a abertura dos pulmões.




6) Insuficiência cardíaca



A falta de ar é um dos sintomas mais comuns de insuficiência cardíaca. Na fase inicial da doença, grande parte das pessoas se sentem sem fôlego após exercícios ou quando realizam atividades mais cansativas. No entanto, com o avançar do problema, a sensação de falta de ar pode aparecer com mais frequência durante atividades diárias mais simples, que não exigem tanto esforço físico ou quando o paciente se deita. Além da dificuldade de respirar, os sintomas principais são: cansaço, inchaço nos pés e pernas, perda de apetite e redução do volume de urina.




7) Gripe e resfriado



Tanto a gripe quanto o resfriado são doenças infecciosas causadas por vírus, que apesar dos sintomas serem semelhantes, os da gripe são bem mais intensos. A gripe causa tosse seca, dores musculares, dores de cabeça, prostração, obstrução nasal, sensação de mal-estar e febre alta que ultrapassa os 38,5°.


Já o resfriado afeta principalmente o trato respiratório superior. Ou seja, os sintomas atingem principalmente a garganta e nossas fossas nasais, causando dores de garganta e uma produção exagerada de secreção nasal. Normalmente os sintomas do resfriado desaparecem entre dois e quatro dias.


A falta de ar é um sintoma raro nas gripes e resfriados, mas pode ocorrer quando há grandes quantidades de catarro acumulado. É necessário atenção para que o quadro não evolua para uma sinusite ou pneumonia.




8) Crise de ansiedade



A dificuldade de respirar é uma das características mais marcantes de uma crise de ansiedade. Além disso, outros sintomas também se manifestam de forma abrupta e intensa. São eles: taquicardia, aperto no peito, boca seca, transpiração, medo e tremores no corpo.


Na maior parte dos casos, quem sofre de crise de ansiedade já possui um histórico de ansiedade generalizada ou síndrome do pânico, resultando no descontrole das emoções e da respiração diante de alguma situação de estresse ou trauma vivido.


A melhor maneira de lidar com uma crise de ansiedade ou ataque de pânico, é entrar em contato diretamente com um psicólogo e/ou psiquiatra. Ambos irão pensar na abordagem mais adequada para o controle do caso. Geralmente, o tratamento é feito por meio de terapia e medicação.




9) Refluxo


A presença de refluxo gastroesofágico na garganta pode causar uma crise de falta de ar. O líquido ácido do estômago pode chegar até a traquéia, onde a irrita, inflamando-a. O omeprazol é uma das medicações utilizada para o tratamento de refluxo.








Fontes:

https://www.minhavida.com.br/saude/tudo-sobre/36254-dispneia

https://www.unimedjp.com.br/noticia/medico-explica-quando-procurar-um-especialista-por-causa-da-falta-de-ar/6047

https://www.mdsaude.com/pneumologia/falta-de-ar-dispneia/