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Pílulas, injeções, anel vaginal, ligadura, adesivos, preservativos, DIU. Em meio a tantas opções de métodos contraceptivos, muitas mulheres ficam confusas sobre qual escolher. É por isso, que hoje vamos falar sobre o DIU e esclarecer de vez as suas dúvidas.


O dispositivo contraceptivo intrauterino, ou mais conhecido como DIU, é um mecanismo em formato de “T”, que é inserido no útero da mulher com o objetivo de evitar uma gravidez. Ele possui em média uma duração entre cinco anos e, em alguns casos, em até 12 anos.

Atualmente existem dois tipos, o DIU hormonal (Mirena) e o DIU de Cobre, sendo o último, uma ótima opção para mulheres que estão fugindo de métodos contraceptivos à base de hormônios.


DIU Hormonal (Mirena)






Quando colocado no útero, essa versão libera lentamente pequenas quantidades do hormônio Levonorgestrel para impedir que o espermatozoide atinja o óvulo. É bem semelhante às pílulas anticoncepcionais hormonais, já que o DIU hormonal também pode prevenir a ovulação ou a liberação de um óvulo do ovário. Porém, a vantagem, é que nesse caso, você não precisará se preocupar em tomar a medicação.

Desvantagens


Em alguns casos pode causar:



  • Durante o período de 3 a 6 meses após a colocação do DIU, os ciclos menstruais provavelmente ficaram mais instáveis. Os efeitos colaterais, nesse sentido, também são bem parecidos com as pílulas anticoncepcionais ;
  • Dor e tensão mamária (mastalgia) ;
  • Dores de cabeça ;
  • Náusea ;
  • Escapes entre ciclos (spotting) ;
  • Mudança de humor;
  • Retenção de líquidos sensação de inchaço ;
  • Acne ;
  • Cistos nos ovários ;


As chances de engravidar com este produto está em torno 0,2% e ele é também indicado como tratamento em casos de mioma uterino, endometriose e adenomiose.




DIU de Cobre








O DIU de Cobre, como o nome sugere, possui uma haste maleável revestida com este metal. A ação desses dispositivo consiste em liberar pequenas quantidades de cobre no útero, causando algumas alterações no endométrio (tecido que recobre a parte interna do órgão), no muco e na motilidade das trompas.
Desta maneira, ocorre uma reação inflamatória que não é prejudicial ao organismo, mas que torna a região repulsiva ao espermatozoide. E é assim, que o DIU de cobre consegue evitar com que uma gravidez aconteça. Ele pode ser indicado para mulheres que tiveram câncer de mama e o seu uso não é afetado pelo uso de medicamentos.


Desvantagens 


Em alguns casos o dispositivo pode desencadear alguns efeitos colaterais, são eles:


  • Anemia ;
  • Dor nas costas ;
  • Escapes entre ciclos (spotting) ;
  • Corrimento vaginal ;
  • Dor durante o sexo ;


As chances de engravidar com essa versão está aproximadamente entre 0,6%. A mulher pode sofrer um sangramento mais forte e experimentar mais cólicas durante os ciclos menstruais que se sucedem a colocação do DIU de cobre, mas é esperado que tudo se normalize alguns meses após o DIU.



Como é feito a colocação?








Antes de qualquer procedimento, o ginecologista faz uma avaliação do histórico médico da paciente e realiza exames para verificar as condições clínicas e físicas, tais como o ultrassom transvaginal, a avaliação quanto à presença de doenças sexualmente transmissíveis e a existência de gravidez. Somente após essa avalição e o consentimento do médico você estará apta para realizar a inserção do DIU.


Somente um profissional é autorizado e habilitado para inserir o dispositivo no interior do útero de forma segura e efetiva. Normalmente, a colocação é feita no próprio consultório médico, seguindo alguns procedimentos simples.