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Maio Vermelho é o mês oficial da campanha de conscientização e prevenção da hepatite e do câncer de boca. A primeira caracteriza-se pela degeneração do fígado causada por fatores como infecções virais (do tipo A, B e C), consumo excessivo de álcool e uso contínuo de medicamentos com substâncias tóxicas para o corpo. Já quanto a segunda, que é o foco central da publicação de hoje, será tratada a seguir.




(Envato imagens)




O que é o câncer de boca?


O câncer de boca é um tumor maligno que afeta toda a estrutura da boca, como lábios, gengivas, bochechas, céu da boca, língua (principalmente as bordas) e a região embaixo da língua. Costuma ser mais comum em homens acima dos 40 anos, sendo o quarto tumor mais frequente no sexo masculino na região Sudeste. Na maioria dos casos, o diagnóstico é feito quando a doença se encontra em estágio avançado



Prevenção


Sabe aquele ditado “É melhor se prevenir do que remediar”? Pois bem, ele pode ser bem aplicado neste caso. Para começar pela higiene bucal, que é primordial, pois a partir dela conseguimos deixar nossos dentes e boca saudáveis, descartando assim, alguns fatores de risco, como cáries e outras doenças bucais. Além disso, também é importante prestar atenção na alimentação (reduzir o número de doces e consumir alimentos saudáveis), evitar se expor ao sol sem filtro solar, não realizar sexo oral sem proteção e visitar o médico ou dentista periodicamente.




Fatores de risco


As causas deste tipo de câncer não são exatamente claras, porem existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o seu aparecimento.



  • -Fumo: diante dos casos de câncer de boca, 80% eram fumantes. Tal porcentagem mostra o quanto o fumo pode representar altas taxas de risco. Além disso, a chance desse grupo desenvolver o tumor é de seis a 16 vezes maior que entre os não fumantes.
  • -Álcool: o álcool é um grande potencializador da ação do tabaco. O risco se torna ainda maior para pessoas que consomem com grande frequência.
  • -Idade: o risco de câncer bucal aumenta com a idade.
  • -Sexo: dois terços dos pacientes são homens.
  • -Sexo oral e HPV: a infecção pelo papilomavírus humano (HPV) pode causar câncer de boca. Sendo assim, é fundamental usar preservativo durante as relações.
  • -Irritações da mucosa bucal: dentaduras, pontes e coroas precisam ser avaliadas frequentemente pelo dentista; as dentaduras devem ser removidas e higienizadas todas as noites.
  • -Exposição ao sol: a exposição à radiação ultravioleta do sol pode ser muito nociva para a nossa boca. Por isso, utilizar o protetor labial com filtro solar auxilia na prevenção.
  • -Alimentação: má alimentação e falta de nutrientes também estão associados a um maior risco de câncer bucal.



Sintomas


Quanto mais rápida a doença for identificada, maiores serão as chances de cura. Dentro da boca, devem ser observados gengivas, bochechas, céu da boca e língua (e a região embaixo dela). Tenha o hábito de reparar em:



  • -Lesões na cavidade oral ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias.
  • -Manchas e placas vermelhas ou esbranquiçadas em língua, gengivas, céu da boca e bochecha.
  • -Nódulos (caroços) no pescoço.
  • -Rouquidão persistente.
  • -Dificuldade na mastigação e ao engolir.
  • -Limitações para falar.
  • -Sensação de que há algo preso na garganta.
  • -Caso surja uma lesão que não cicatrize num prazo máximo de 15 dias, a orientação do ministério da saúde é procurar um profissional de saúde (médico ou dentista) para a realização do exame completo da boca.



Tratamento


Em geral, as formas de tratamentos indicadas para o câncer de boca envolvem cirurgia e/ou radioterapia. A última consiste na utilização de radiações ionizantes para destruir o tumor ou impedir que as células cancerígenas se multipliquem. Durante o procedimento o paciente não sente nada, entretanto a partir da terceira semana pode ocorrer alguns efeitos colaterais como perca de apetite, fraqueza ou algum tipo de reação na pele, como irritação por exemplo. A partir de uma avaliação médica será decido qual a melhor estratégia para o tratamento.




























Fontes:

https://www.accamargo.org.br/

https://saude.abril.com.br/

https://www.inca.gov.br/